quinta-feira, 31 de maio de 2012
Brincadeiras antigas e cantigas de
roda
Organização: Simaia
Sampaio
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Vamos
resgatar aqui velhas brincadeiras de infância cujas vantagens são imensas.
Desenvolvimento da noção de espaço, da lateralidade, da coordenação motora, da
interação com o grupo e tantas outras habilidades que podem ser desenvolvidas.
Não podemos deixar que estas brincadeiras restrinjam-se ao pré-escolar. Devem
perpetuar pelo ensino fundamental com brincadeiras adequadas à idade tentando
diminuir o consumismo por brinquedos caros e solitários.
Faz-se uma roda, todos de pé.
Escolhe uma criança para ficar no centro da roda com olhos vendados e com uma
varinha na mão. As crianças começam a girar na roda e cantar: Ah, minha gatinha
parda, que em janeiro me fugiu, quem roubou minha gatinha você sabe, você sabe,
você viu? Todos se calam. A que está no centro da roda toca em alguém com a
varinha. A que foi tocada deve miar como um gato. Quem tocou tenta descobrir que
é. Se descobrir, diz o nome e quem miou vai para o centro recomeçar a
brincadeira. Se não acertar continua sendo a do
centro, recomeça a brincadeira até adivinhar quem é.
Uma
criança sai da sala.
Escolhe-se uma criança que irá inventar uma regra
e dizer para os colegas, como por exemplo: só passa de for algo que voa.
Chama o colega que está fora da
sala e pergunta: o que passa? Este vai dizendo por exemplo gato (as crianças
dizem não passa), vaca (as crianças dizem não passa), até ele dizer o nome de
algum animal que voa.
A finalidade da brincadeira é
descobrir qual foi a regra dada inicialmente.
1ª etapa - O primeiro jogador,
joga a pedra na primeira casa (1) e com um pé só pula esta pisando no 2, depois
no 3 e 4 ao mesmo tempo, depois no 5 com um pé só, e depois no céu ( 6 e 7) com
os dois pés ao mesmo tempo. Vira e volta, quando chegar no 2 pega a pedra no 1 e
pula fora. Depois joga no 2. Pula no nº 1 com um pé só, salta o 2 e assim por
diante. Não pode pisar na linha senão é a vez do outro.
2ª etapa - Chutinho - Joga-se a
pedra perto, antes da amarelinha. Começa a chutar sem tocar nos riscos, se errar
é a vez de outra criança.
3ª etapa - Joga-se sem pedra com
os olhos vendados, então diz: pisei? E as outras crianças respondem não. Se
pisar e disserem sim é a vez de outra.
4ª etapa - De costas, joga a pedra
por trás de si, sem ver ainda onde parou. Onde a pedra cair exclui-se marcando
um x com giz. Vira e começa a pular igual à primeira etapa, porém na casa
excluída pode-se pisar com os dois pés.
Todos em roda, sentados no chão, com um objeto na mão vai passando e cantando a seguinte canção:
_ Batata que passa quente, batata
que já passou, quem ficar com a batata, coitadinho se queimou!
Quando disser queimou, a pessoa
que estiver com o objeto na mão, sai da roda.
Uma criança
é eleita como chefe ou mestre. Ela deverá ser a única a dar ordens na
brincadeira e os demais deverão cumpri-las.
O mestre
inicia a brincadeira dizendo:
O mestre
deverá ditar a ordem que deve ser a de trazer um objeto como um lápis, um batom,
um caderno, uma folha de árvore ou caderno etc. Se a criança não conseguir
deverá pagar uma prenda que pode ser cantar uma música, dançar, imitar um bicho
etc.
Escolha um
lugar nem tão grande nem tão pequeno. Tire a sorte no par ou ímpar, no 0 ou 1
para ver quem será a cabra-cega. A cabra-cega deverá ter os olhos vedados com um
lenço. Depois as crianças deverão rodar a cabra-cega e iniciar a brincadeira com
as perguntas e respostas:
Todos: Cabra-Cega, de onde você veio?
Cabra-Cega: Vim lá do moinho.
Todos: O que você trouxe?
Cabra-Cega: Um saco de farinha.
Todos: Me dá um pouquinho?
Cabra-Cega: Não.
Todos
então saem correndo e a cabra-cega deverá tentar pegar alguém. Quando conseguir
ela deverá adivinhar quem é. Se acertar a presa deverá ser a próxima cabra-cega,
se errar a cabra-cega continua sendo a mesma de antes.
Antes de iniciar o jogo, escreve-se em papeizinhos várias tarefas engraçadas. Coloca dentro de uma caixinha. Sentados em círculo, a caixinha irá circular de mão em mão, até a música parar. Quem estiver com a caixinha na mão no momento que a música parar deverá tirar um papel da caixinha e executar a tarefa. Continua até acabar os papéis.
Faz-se uma fila de crianças que
deverão estar curvado com as mãos apoiadas na coxa. Uma criança começa pulando
sobre todos. Quando pular a última carniça o pulador pára adiante esperando que
os seguintes pulem sobre ele.
Antes de iniciar o jogo, deve-se marcar uma linha de saída e uma de chegada. Separado em dois times, as crianças deverão se dividir em duas. Uma ficará na frente com as mãos no chão, a de trás irá segurar nos pés da primeira de modo que forme um carrinho. O que estiver com a mão no chão juntamente com o que estiver lhe segurando deverá correr até a linha de chegada. Ganha o time que chegar primeiro. Forma-se uma roda e uma criança fica no centro da roda com os olhos vendados. Todos deverão girar na roda e cantar “Pai Francisco”. Quando o ceguinho bater palmas, a roda deverá parar e ele caminhará para a frente e tocar no colega para adivinhar quem é.
Faz-se uma fila de crianças. Outra
criança deverá segurar a corda com as duas pontas na mão e começar a girá-la no
chão. As crianças da fila começam a pular uma por uma. Sai da brincadeira quem
pisar na corda.
Escolhe um objeto para ser o
chicotinho queimado, pode ser um pedaço de corda ou corrente.
Todas as crianças tapam os olhos,
enquanto uma outra criança esconde o chicotinho queimado. Todas as crianças saem
à procura do chicotinho já com os olhos destampados. À medida que alguma criança
estiver perto, a que escondeu o chicotinho dirá está quente. Se estiver longe
diz está frio. Esquentando ou esfriando conforme a distância. Diz pelando quando
estiver muito perto do chicotinho. Aquela que achar pega o chicotinho e sai
correndo atrás de outra criança. Aquela que for tocada levemente pelo chicotinho
será a próxima a escondê-lo.
Você
poderá brincar de 5 Marias com cinco pedrinhas ou cinco saquinhos de pano. Os
saquinhos poderão ser feitos com retalhos com enchimento de arroz.
Deve-se
tirar a sorte para ver quem iniciará o jogo. Inicia-se jogando os saquinhos para
cima e onde caírem devem ficar. O jogador pega outro saquinho e joga para cima
enquanto pega outro saquinho antes do primeiro cair no chão. Depois deverá jogar
os dois saquinhos para cima e tentar pegar um terceiro saquinho do chão. E assim
por diante. Ganha 1 ponto quem conseguir pegar os 5 saquinhos se não conseguir
passa a vez.
Duas crianças seguram a corda
perto do chão e começam a fazer ondulações. Três crianças começam a pular, quem
tocar esbarrar na corda sai da brincadeira. Se uma sair entra outra no seu
lugar. Vence quem conseguir ficar pulando mais tempo.
As crianças ficam em roda e uma delas fala: __ Elefante colorido! Os outros perguntam: __ De que cor ele é? A criança deverá escolher uma cor e as outras deverão tocar em algo que tenha esta cor. Se não achar esta cor o elefantinho irá pegá-lo.
Organiza-se duas filas de
crianças. Elas devem escolher um número qualquer que será o resultado do cálculo
que irão realizar (Por exemplo: 30). Dá-se o sinal de partida, então o primeiro
jogador de cada fila deverá correr ao quadro e escrever dois números quaisquer,
depois somá-los ou subtraí-los e voltar para a sua fila, entregar o giz ao
segundo jogador e ir para traz do último jogador. O segundo jogador deverá
correr ao quadro e também irá proceder da mesma forma, porém antes deverá
verificar se o cálculo anteriormente feito pelo colega está certo, se não
estiver deverá corrigi-lo e depois fazer o seu. Deverá proceder assim até ó
último jogador. Este deverá somar ou subtrair de forma que consiga o resultado
inicialmente proposto. Por exemplo: se o número combinado foi 30 e o último
número restado foi 22 ele deverá somar com 8. Vence a fila que terminar
primeiro.
As crianças ficam em fila.
Escolhe-se uma criança para começar a brincadeira. Esta criança começa a puxar
as crianças perguntando antes de puxar: pimenta, pimentinha, pimentão ou
sapatinho de algodão? Quem responder:
- Pimenta: é puxada normalmente e
virar estátua.
- Pimentinha: é puxada devagar e
virar estátua.
- Pimentão: é puxada com força e
virar estátua.
Sapatinho de algodão: deve ser
carregada no colo e ao ser colocada no chão virar estátua.
Após todos virarem estátua a líder
diz: Entrei no jardim de flores, não sei qual escolherei, aquela que for mais
bela, com ela me abraçarei. Então escolhe uma estátua para se abraçar. A
escolhida deverá ser a próxima líder. Todos retornam à posição normal e recomeça
a brincadeira.
Faz-se uma roda e todos vão
rodando de mãos dadas e cantando a seguinte canção:
“A casinha da vovó,
cercadinha
de cipó,
o café tá
demorando,
com certeza
não tem pó!
Brasil!
2000!
Quem mexer
saiu!”.
Todos ficam como estátua e não vale rir, nem se mexer, nem piscar, nem se coçar, quem será que vai ganhar?
Duas crianças segurando a corda
começam a bater e falar:
Salada, saladinha
Bem temperadinha
Com sal, com pimenta
Fogo, foguinho.
Enquanto isso uma criança está
pulando na corda. Ao pronunciar a palavra foguinho deverão girar a corda bem
rápido. Quem conseguir pular mais rápido, sem esbarrar na corda será o vencedor.
Pode-se brincar no quadro-negro ou
num papel. Uma criança pensa numa palavra e depois coloca a quantidade de traços
correspondentes ao número de letras da palavra. Por exemplo: se a palavra
escolhida for CADEIRA ela deverá fazer 7 traços. (fig. 1)
As crianças em ordem começarão a
dizer as letras tentando acertar. A criança que está ao quadro deverá escrever
em cima da linha as letras que forem ditas e que existirem na palavra (fig. 2).
Se disserem uma letra que não existir na palavra, a criança ao quadro desenha a
cabeça de um bonequinho. A cada erro irá colocando uma parte do corpo até ser
enforcado (fig. 3), neste caso a criança deverá determinar uma prenda a ser
paga. Quem acertar a última letra, irá para o quadro escrever uma nova palavra.
Fig. 1: _ _ _ _ _ _ _
As crianças deverão ficar em roda
girando e cantando. A professora irá bater palmas ou apitar e mostrar um cartão
que deverá ter um número. Se o número for o 4 por exemplo, as crianças saem da
roda e formam grupos de quatro e depois voltam para a roda, continua a
brincadeira até não poder formar mais grupos. Quem ficar de fora sai da
brincadeira.
Fotografias em colher
Dois jogadores combinam-se entre
si. Um sai da sala e outro fica. O que fica pega uma colher e finge tirar a
fotografia de alguém pondo a colher em frente ao rosto da pessoa por dois
segundos. Chama-se então o que está do lado de fora da sala que, examinando a
colher, diz o nome da pessoa que foi fotografada. Todos provavelmente ficarão
admirados, mas isto não passa de um truque que consiste no seguinte: o que tirou
a fotografia faz o mesmo gesto da pessoa que foi fotografada sem que a pessoa
perceba, ou seja, se estiver com a mão no queixo este deverá ficar com a mão no
queixo, se estiver com o lápis na boca, este deverá ficar com o lápis na boca,
então o que estava do lado de fora compara a posição do companheiro com alguém
da sala e aí diz o nome da pessoa fotografada.
Pode-se fazer na piscina
certificando-se que todos sabem mergulhar e observando a idade da garotada.
Todos estão dentro da piscina. Uma criança começa a falar e o grupo deve
responder:
Jogador:-
Galinha gorda!
Todos: - Gorda
ela!
Jogador: -
Vamos comê-la!
Todos: - Vamos
a ela!"
E então o jogador joga o objeto
(galinha gorda) em algum lugar da piscina. Todos mergulham em busca do objeto.
Quem conseguir achar a galinha gorda será o vencedor e o próximo a lançar o
objeto que representa a galinha gorda
Faz-se o seguinte traçado em uma
folha de papel:
Joga dois participantes. Tira par
ou ímpar para ver quem começa. O que inicia escolhe entre x ou 0. Se escolher X
coloca-o em alguma casa, o outro fica com o 0 que escolhe outra casa. Ganha quem
conseguir fechar uma coluna na horizontal, vertical ou diagonal, como no exemplo
abaixo:
OBS.: Pode-se jogar com pedrinhas,
grãos, na areia, quadro de giz. Use a criatividade.
Os componentes deverão tirar a
sorte para ver quem ficará com o lenço. Deverão sentar na roda com as pernas
cruzadas. Quem estiver segurando o lenço corre ao redor da roda enquanto o grupo
fala:
Corre,
cutia
Na casa
da tia
Corre,
cipó
Na casa
da avó
Lencinho
na mão
Caiu no
chão
Moço
bonito
Do meu
coração.
O dono do lenço então pergunta:
- Posso jogar?
E todos respondem:
- Pode!
Um, dois, três!
Deixa
então o lenço cair atrás de alguém da roda. Este deverá perceber, pegar o lenço
e correr atrás de quem jogou antes que este sente no seu lugar. Se conseguir
pegar aquele que jogou ele será o próximo a jogar o lenço, se não conseguir quem
jogou o lenço continuará segurando o lenço para jogar atrás de outra pessoa.
Uma criança é escolhida para ser a
mãe que deverá estar de olhos vendados ou de costas, enquanto as outras serão as
filhas. As crianças ficam em uma certa distância da mãe atrás de uma linha
marcada com giz. A primeira da direita começa a falar: - Mamãe posso ir? – Pode.
– Quantos passos? Três de elefante. Este deverá dar três passos grandes em
direção da mãe. A próxima criança pergunta: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos
passos? – Dois de cabrito. Este deverá dar dois passos médios em direção da mãe.
O próximo pergunta: - Mamãe posso ir? – Pode. – Quantos passos. – Cinco de
formiga. Este deverá dar cinco passos pequeninos em direção da mãe. Quem chegar
primeiro na mamãe será a próxima mãe.
Cada jogador deverá ter três
palitinhos no máximo (pode-se partir um palito em três pedaços). Pode jogar
colocando na mão todos 3, ou 2 ou apenas 1, ou com a mão vazia – zero ponto, o
restante dos palitos ficam escondidos na outra mão. Para iniciar a brincadeira
os jogadores expõem a mão fechada com os palitos dentro. Cada um deve tentar
adivinhar a soma total de palitos que tem em todas as mãos juntando com a sua.
Todos dizem um número. Depois abrem as mãos, soma-se a quantidade de palitos
total para ver quem acertou. Recomeça a brincadeira.
Uni, dúni,
tê
Salame
mingúe
Um sorvete
colorê
Uni, dúni,
te
Quem saiu
fora foi você!
Passa anel
Sentados
numa roda o grupo tira a sorte para ver quem vai passar o anel. Todos devem unir
as palmas das mãos e erguê-las na sua frente. Quem ganhou na sorte deve segurar
o anel entre as palmas das mãos e passar as suas mãos pelas mãos dos componentes
do grupo deixando o anel nas mãos de alguém que ele escolher, mas deve continuar
fazendo de conta que continua passando o anel até o último do grupo.
Ao final
pergunta a um dos participantes onde está o anel? Se este acertar ele será o
próximo a passar o anel. Se errar, quem recebeu o anel é que passará, começando
novamente a brincadeira.
Separados em dois times, deverão formar o time dos peixinhos e dos tubarões. No momento em que tocar uma música baixinho, os peixinhos saem para passear. Quando tocar uma música alta, os tubarões saem para tentar pegar os peixinhos, que deverão voltar correndo. O peixinho que for pego vira tubarão.
Duas crianças seguram a corda nas
extremidades bem perto do chão. As outras crianças começam a saltar. À medida
que saltam o nível da altura deverá ir subindo. Será o vencedor quem conseguir
pular mais alto.
As crianças ficam em roda e uma delas será o caçador que deverá ficar com os olhos vendados. Todos os outros cantam: “Senhor caçador, preste bem atenção! Não vá se enganar, Quando o galo cantar! Canta, galo!” Uma das crianças imita a voz do galo e o caçador deverá adivinhar quem é. Se não descobrir pagará uma prenda que o galo dirá qual é.
Brinca duas crianças, uma de
frente para outra, de pé, dando-se as mãos. Começam a balançar de trás para
frente, indo e vindo e cantando: - Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô!
Quantas tábuas já serrou? Uma diz um número, por exemplo, quatro. Elas então
deverão dar quatro giros com os braços sem soltarem as mãos.
Escolhe-se uma criança para ser o
lobo que deverá se esconder perto. As outras crianças deverão ir até onde o lobo
está escondido e então cantam: vamos passear na floresta enquanto seu lobo não
vem, seu lobo está? Então o lobo responder: estou tomando banho. As crianças dão
outra volta cantando novamente até chegar perto da casa: vamos passear na
floresta enquanto seu lobo não vem, seu lobo está? O lobo responde outra coisa:
estou botando meu sapato e assim por diante cada vez o lobo dirá algo diferente
que está fazendo, até quando estiver pronto. O lobo então sai sem falar nada
atrás das crianças. A que ele conseguir agarrar será o próximo lobo.
Duas crianças batem a corda e
outras duas começam a pular e vão falando uma para outra:
Ai, ai...
O que você tem?
Saudades.
De quem?
Do cravo, da rosa e de mais
ninguém.
Subi na roseira,
desci pelo galho,
fulano (fala um nome) me acuda,
senão eu caio.
Sai quem recitou e entra quem foi
chamado
Cada crianças deverá ter uma latinha. De um lado ficam as crianças e do outro as latinhas. Cada criança deverá jogar a bola, que poderá ser de meia ou de tênis, nas latinhas tentando acertar. Se a sua latinha for atingida você deverá correr para pegá-la antes que joguem a bola novamente. Se não conseguir será fuzilado, ou seja, deverá ficar de pé e escolher uma parte do seu corpo para que o colega acerte o local indicado. Se for fuzilado três vezes sai da brincadeira. A barata
A barata diz
que tem
Sete saias
de filó
É mentira da
barata
Que ela tem
é uma só
Rá, rá, ra
Ró, ró, ró
Ela tem é
uma só
A barata diz
que tem
Um sapato de
fivela
É mentira da
barata
O sapato é
da irmã dela
Rá, rá, ra
Ró, ró, ró
Ela tem é
uma só
A barata diz
que tem um anel de formatura
É mentira da
barata
Ela tem é
casca dura
Rá, rá, ra
Ró, ró, ró
Ela tem é
uma só
A barata diz
que usa
Um perfume
muito bom
É mentira da
barata
Ela usa é
detefon
A canoa virou, Fui deixar ela virar, Foi por causa de fulano (nome da criança) Que não soube remar.
Siriri pra cá, siriri pra lá
Fulana é velha
E quer se casar
Siriri pra cá, siriri pra lá
Fulana é velha
E quer se casar
Se eu fosse um peixinho E soubesse nadar, Eu tirava fulano (nome da criança) Do fundo do mar.
Siriri pra cá, siriri pra lá
Fulana é velha
E quer se casar
Siriri pra cá, siriri pra lá
Fulana é velha
E quer se casar
Adoletá
Lepeti Peti
Polá
Lê café com chocolá
Adoletá
Puxa o rabo do tatu
Quando quem saiu foi tu
Puxa o rabo da cutia
Quando sai a sua tia
Quando um ganha o outro perde
Não adianta disfarçar
E tem que ficar ligado
Quando a música parar.
(Bate a mão direita com a direita
do companheiro à sua frente e a esquerda com a esquerda).
Ai bota aqui, ai bota ali o seu pezinho
Ai bota aqui
ai bota ali o seu pezinho
O seu
pezinho bem juntinho com o meu (bis)
E depooois
não vá dizer
Que vocêêê
já me esqueceu (bis)
Ai bota aqui
ai bota ali o seu pezinho
O seu
pezinho bem juntinho com o meu (bis)
E vou
chegaaar nesse seu corpo
Um abraaaço
quero eeu (bis)
Ai bota aqui
ai bota ali o seu pezinho
O seu
pezinho bem juntinho com o meu (bis)
Agora queee
estamos juntinhos
Me dá um
abraaaço e um beijinho
Alecrim
Alecrim,
alecrim dourado
Que nasceu
no campo
Sem ser
semeado
Alecrim,
alecrim dourado
Que nasceu
no campo
Sem ser
semeado
Foi meu amor
Que me disse
assim
Que a flor
do campo
É o alecrim
Foi meu amor
Que me disse
assim
Que a flor
do campo
É o alecrim
Atirei o pau no gatô-tô Mas o gatô-tô
Não morreu-reu-reu
Dona Chicá-cá
Admirou-sê-sê
Do berrô, do berrô que o gato deu:
Miauuu!
Bão, balalão
Bão balalão
Senhor
capitão
Espada na
cinta
Ginete na
mão
Borboletinha
Borboletinha,
Tá na
cozinha,
Fazendo
chocolate,
Para a
madrinha.
Poti, poti,
Perna de
pau,
Olho de
vidro,
Nariz de
pica-pau, pau, pau.
Borboletinha,
Tá no
jardim,
Fazendo
cambalhotas,
Só para mim.
Poti, poti,
Perna de
pau,
Olho de
vidro,
Nariz de
pica-pau, pau, pau.
Cai, cai, balão! Cai, cai, balão! Na rua do sabão. Não cai, não! Não cai, não! Não cai, não! Cai aqui na minha mão!
Carneirinho, carneirão,
neirão, neirão,
Olhai pro céu, olhai pro chão,
pro chão, pro chão.
Manda el-rei, nosso senhor,
senhor, senhor,
Para todos se ajoelharem.
Carneirinho, carneirão,
neirão, neirão,
Olhai pro céu, olhai pro chão,
pro chão, pro chão.
Manda el-rei, nosso senhor,
senhor, senhor,
Para todos se levantarem.
Chapeuzinho vermelho
Pela estrada
afora
Eu vou tão
sozinha
Levar estes
doces para a vovozinha
Ela mora
longe
O caminho é
deserto
E o lobo mal
passeia aqui por perto
Eu sou o
lobo mau, lobo mau, mau, mau,
Pego as
criancinhas pra fazer mingau
Hoje estou
contente
Vai haver
festança
Quero um bom
petisco
Para encher
a minha pança
Eu sou o
lobo mau, lobo mau, mau, mau,
Pego as
criancinhas pra fazer mingau
Hoje estou
contente
Vai haver
festança
Quero um bom
petisco
Para encher
a minha pança
Ciranda, Cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar. O anel que tu me destes,
era vidro e se quebrou,
o amor que tu me tinhas, era pouco e se acabou.
Por isso menina
entre dentro desta roda,
diga um verso bem bonito,
Diga adeus e vá-se embora.
Todo mundo se admira
de macaca fazer renda,
eu já vi uma perua,
ser caixeira de uma venda.
Criola, la
Cachorrinho
está latindo
Lá no fundo
do quintal
Cala a boca
cachorrinho
Deixa o meu
benzinho entrar
Criola, la
Criola, la, la, la
Criola, la
Não sou eu
quem caio lá
Meu potinho
de melado
Meu cestinho
de cará
Quem quiser
comer comigo
Fecha a
porta e venha cá
Criola, la
Criola, la, la, la
Criola, la
Não sou eu
quem caio lá
Atirei uma
pedra n´água
De pesada
foi ao fundo
E os
peixinhos responderam
Sai pra lá
seu sujo esmundo
Criola, la
Criola, la, la, la
Criola, la
Não sou eu
quem caio lá
Eu sou pobre,pobre,pobre
de marré, marré, marré Eu sou pobre,pobre,pobre de marré, deci Eu sou rica,rica,rica de marré, marré, marré Eu sou rica,rica,rica de marré,deci
Quero uma de vossas filhas
de marré, marré, marré Quero uma de vossas filhas de marré,deci
Escolha a que quiser
de marré, marré, marré Escolha a que quiser de marré, deci
Eu sou pobre,pobre,pobre
de marré, marré, marré Eu sou pobre, pobre, pobre de marré, deci Eu sou rica,rica,rica de marré, marré, marré Eu sou rica,rica,rica de marré, deci
Eu quero a (nome da criança)
de marré, marré, marré Eu quero a (nome da criança) de marré, deci Que Oficio darás a ela de marré, marré, marré Que Oficio darás a ela de marré, deci Dou Oficio de chapeleira de marré, marré, marré Dou Oficio de chapeleira de marré, deci Este Oficio não me agrada de marré, marré, marré Este Oficio não me agrada de marré, deci Dou Oficio de costureira de marré, marré, marré Dou Oficio de costureira de marré, deci Este Oficio já me serve de marré, marré, marré Este Oficio já me serve de marré, deci (Ao aceitar o Oficio, a menina "pobre" passa para a fileira da "rica" ,este processo se dá até a ultima criança "pobre" passar para a fileira da "rica". E então as pobres que se tornaram ricas cantam:) Eu de pobre fiquei rica de marré, marré, marré Eu de pobre fiquei rica de marré, deci (E então as que eram muito ricas, perdem um pouco da riqueza, cantam:) Eu de rica fiquei pobre de marré, marré, marré Eu de rica fiquei pobre de marré,deci Dizei, senhora viúva
Dizei,
senhora viúva,
Com quem
quereis se casar,
Se casar, se
casar,
Se é com o
filho do conde,
Se é com seu
general,
General,
general.
Dona aranha
Dona aranha
Subiu pela
parede
Veio a chuva
forte
E a derrubou
Já passou a
chuva
E o sol já
vem surgindo
E a dona
aranha
Na parede
vai subindo
Ela é
teimosa
E
desobediente
Sobe, sobe, sobe
Nunca está
contente.
Era uma casa
muito
engraçada,
não tinha
teto,
não tinha
nada.
Ninguém
podia,
entrar nela
não,
porque na
casa,
não tinha
chão.
Ninguém
podia
dormir na
rede,
porque na
casa,
não tinha
parede.
Ninguém
podia
fazer pipi
porque
penico,
não tinha
ali.
Mas era
feita
com muito
esmero,
na Rua dos
Bobos,
número zero.
Escravos de Jô
Escravos de
Jô
Jogavam
caxangá.
Tira, bota
Deixa o
Zamberê ficar.
Guerreiros
com guerreiros
Fazem zigue,
zigue, zá
Guerreiros
com guerreiros
Fazem zigue,
zigue, zá.
Esta rua
Esta rua,
esta rua tem um bosque,
que se
chama, que se chama Solidão.
Dentro dele,
dentro dele mora um anjo,
que roubou,
que roubou meu coração.
Se roubei,
se roubei teu coração,
é porque tu
roubaste o meu também.
Se roubei,
se roubei teu coração,
é porque, é
porque te quero bem.
Se esta rua,
se esta rua fosse minha,
Eu mandava,
eu mandava ladriar,
Com
pedrinhas, com pedrinhas de brilhante,
Para o meu,
para o meu amor passar.
Gata pintada
Gata pintada
Quem te
pintou?
Foi uma
velhinha
Que por aqui
passou.
Em tempo de
areia
Fazia poeira
Pega essa
lagarta
Pela ponta
da orelha
Gatinha parda
Ah, minha
gatinha parda
Que em
janeiro me fugiu
Quem roubou
minha gatinha
Você sabe?
Você sabe?
Você viu?
Eu não vi a
tal gatinha
Mas ouvi o
seu miau
Quem roubou
sua gatinha
Foi a bruxa,
foi a bruxa
Picapau.
Indiozinhos
1,2,3
indiozinhos
4,5,6
indiozinho
7,8,9
indiozinhos
10 num
pequeno bote.
Foram
navegando pelo rio abaixo
Quando um
jacaré se aproximou
E o pequeno
bote dos indiozinhos
Quase, quase
virou
(Repete:
1,2,3 indiozinhos...)
Linda roseira
A mão
direita tem uma roseira
A mão
direita tem uma roseira
Que dá flor
na primavera
Que dá flor
na primavera
Entrai na
roda, ó linda roseira
Entrai na
roda, ó linda roseira
Abraçai a
mais faceira
Abraçai a
mais faceira
A mais
faceira eu não abraço
A mais
faceira eu não abraço
Abraço a boa
companheira
Abraço a boa
companheira
Marcha soldado
Marcha
soldado cabeça de papel
Se não
marchar direito
Vai preso no
quartel
O quartel
pegou fogo
O bombeiro
deu sinal
Acode,
acode, acode,
A bandeira
nacional
Minha viola
Eu tirei um
dó da minh(á)* viola
Da minha
viola eu tirei um dó
Dor...mir é
muito bom, é muito bom
Dor...mir é
muito bom, é muito bom
(Cantar
rápido):
É bom
camarada
É bom
camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um
ré da minh(á) viola
Da minha
viola eu tirei um ré
Re...mar é
muito bom, é muito bom
Re...mar é
muito bom, é muito bom
É bom
camarada
É bom
camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um
mi da minh(á)viola,
Da minha
viola eu tirei um mi,
Min...gau é
muito bom, é muito bom
Min...gau é
muito bom, é muito bom
É bom
camarada
É bom
camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um
fá da minh(á)viola
Da minha
viola eu tirei um fá
Fa...lar é
muito bom, é muito bom
Fa...lar é
muito bom, é muito bom
É bom
camarada
É bom
camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um
sol da minh(á)viola
Da minha
viola eu tirei um sol
So...rrir é
muito bom, muito bom
So...rrir é
muito bom, muito bom
É bom
camarada
É bom
camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um
lá da minh(á)viola
Da minha eu
tirei um lá
La...var é
muito bom
Lá é alto é
muito difícil, é muito difícil
É bom
camarada
É bom
camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um
si da minh(á) viola
Da minha
viola eu tirei um si
Si...lêncio
é muito bom, é muito bom
Si...lêncio
é muito bom, é bom demais
É bom
camarada
É bom
camarada, é bom, é bom, é bom
* Cantar
como se a sílaba tônica fosse a última
Caranguejo não é peixe,
Caranguejo
peixe é
Caranguejo
só é Peixe
na enchente
da maré.
Palma,palma,palma! Pé,pé,pé!
Roda, roda,
roda
Caranguejo
peixe é
A mulher do Caranguejo
tinha um
caranguejinho:
Deu no Ouro
,deu na Prata,
Ficou todo
douradinho!
Palma,palma,palma! Pé,pé,pé! façam roda minha gente
Caranguejo
peixe é!
Fui a Espanha buscar o meu chapéu
Azul e
branco da cor daquele Céu
Caranguejo
só é peixe
na enchente
da maré
Palma,palma,palma! Pé,pé,pé! Dança Crioula que vem da Bahia,
Pega a
criança joga na bacia.
Bacia que é
de ouro lavada com sabão
Depois de
areada enxugada com roupão
Roupão é de
seda enfeitada com filó
Agora eu
quero ver a ficar pra vovó.
(se a
criança não conseguir um par na dança fica para "vovó")
(ai as
demais crianças pedem a sua benção)
A nossa
benção vovó
Roda, roda,
cavalheiro
Caranguejo
só é peixe
na enchente
da maré.
O cravo e a rosa
O cravo
brigou com a rosa
Debaixo de
uma sacada
O cravo saiu
ferido
A rosa,
despetalada.
O cravo
ficou doente
A rosa foi
visitar
O cravo teve
um desmaio
A rosa
pôs-se a chorar
O cravo tem
vinte anos
A rosa tem
vinte e um
A diferença
que existe
É que a rosa
tem mais um
O sapo não lava o pé
O sapo não
lava o pé
Não lava
porque não quer
Ele mora lá
na lagoa
Não lava o
pé
Porque não
quer
Mais que
chulé!
Pai Francisco entrou na roda
Tocando seu violão,
Ba-lão, bão-bão, ba-lão, bão-bão
Vem de lá seu delegado,
E Pai Francisco foi pra prisão.
E como ele vem todo requebrado,
Parece um boneco desengonçado.
E como ele vem todo requebrado,
Parece um boneco desengonçado.
Você gosta
de mim ô fulana (diz o nome da pessoa que está dentro da roda)
Eu também de
você ô fulana
Vou pedir a
seu pai ô fulana
Para casar
com você ô fulana
Se ele
disser que sim ô fulana
Tratarei dos
papéis ô fulana
Se ele
disser que não ô fulana
Morrerei de
paixão ô fulana
Palma é
palma é palma ô fulana
Pé é pé é pé
ô fulana
Roda é roda
é roda ô fulana
Abraçarás
quem quiser ô fulana
(A pessoa
abraça alguém que deverá vir para dentro da roda. Importante combinar antes da
brincadeira que a mesma pessoa não poderá ser abraçada duas vezes e quem ainda
não foi deverá ser abraçada trabalhando assim a socialização e afeto)
Perdi meu galinho
Há três
noites eu não durmo, ô Lalá
Pois perdi o
meu galinho, ô Lalá.
Pobrezinho,
Lalá, coitadinho, Lalá,
Eu o perdi
lá no jardim.
Ele é branco
e amarelo, Lalá,
Tem a crista
vermelhinha, Lalá.
Bate as
asas, lalá, abre o bico, lalá,
Ele faz qui,
ri, qui, qui...
(Adapt. de
H. P. Vieira)
Pirulito que bate...bate
Pirulito que
bate... bate
Pirulito que
já bateu,
Quem gosta
de mim é ela
Quem gosta
dela sou eu.
Pombinha Branca
Pombinha
branca,
Que está
fazendo,
Lavando
roupa,
Pro
casamento.
Vou me
lavar,
Vou me
trocar,
Vou na
janela,
Pra namorar.
Passou um
homem,
de terno
branco,
Chapéu de
lado,
Meu
namorado.
Mandei
entrar,
Mandei
sentar,
Cuspiu no
chão,
Limpa aí seu
porcalhão!
Tenha mais
educação!
Rebola, chuchu
Alface já
nasceu
E a chuva
quebrou o galho
Alface já
nasceu
E a chuva
quebrou o galho
Rebola,
chuchu
Rebola
chuchu
Rebola senão
eu caio
Rebola
chuchu
Rebola
chuchu
Rebola senão
eu caio
Se quiser
aprender a dançar
Vá na casa
do seu Juquinha
Se quiser
aprender a dançar
Vá na casa
do seu Juquinha
Ele pula,
ele roda
Ele faz
requebradinha
Ele pula,
ele roda
Ele faz
requebradinha
Sambalê, lê
Sambalê, lê
tá doente
Tá com a
cabeça quebrada
Sambalê, lê
precisava
É de umas
boas palmadas
Samba,
samba, samba ô lê, lê
Samba,
samba, samba ô lá, lá
Olhe morena
bonita
Como é que
se namora
Põe-se um
lencinho no bolso
Com as
pontinhas de fora
Samba,
samba, samba ô lê, lê
Samba,
samba, samba ô lá, lá
Tanta laranja madura menina, que
cor são elas,
Elas são verde-amarela, vira (nome
da menina) cor de canela, vira (nome da menina) cor de canela.
OBS: Cada vez que é dito o nome de
uma participante (vira… cor de canela) esta ficará de costas para
roda.
Terezinha de Jesus
Terezinha de
Jesus
De uma queda
foi ao chão
Acudiram
três cavalheiros
Todos três
chapéu na mão
O primeiro
foi seu pai
O segundo
seu irmão
O terceiro
foi aquele
Que a Tereza
deu a mão
Terezinha de
Jesus
Levantou-se
lá do chão
E sorrindo
disse ao noivo
Eu te dou
meu coração
Fui no Tororó
Beber água e não achei
Achei bela morena
Que no Tororó deixei
Aproveita minha gente
Que uma noite não é nada
Se não dormir agora
Dormirá de madrugada
Oh! Mariazinha
Oh! Mariazinha
Entrará na roda
Ficará sozinha
(Fulana responde):
Sozinha eu não fico
Nem hei de ficar
Porque tenho (fulana)
Para ser meu par
Deita aqui no meu colinho
Deita aqui no colo meu
E depois não vá dizer que você se
arrependeu
Trem de ferro
O trem de
ferro
Quando sai
de Pernambuco
Vai fazendo
fuco-fuco
Até chegar
no Ceará
No Ceará
Um pouquinho
de Coca-Cola
Um pouquinho
de guaraná
Um macaco na
escola
Aprendendo o
be-a-bá
O be-a-bá
Você diz que
dá que dá
Você diz que
dá na bola
Na bola você
não dá
Três, três passará
Três, três
passará
Derradeiro
ficará
Bom
vaqueiro, bom vaqueiro
Dê licença
de passar
Com meus
filhos pequeninos
Para acabar
de criar
Um, dois, feijão com arroz
Um, dois,
Feijão com
arroz.
Três,
quatro,
Tenho um
prato.
Cinco, seis,
Pulo uma
vez.
Sete, oito,
Como um
biscoito.
Nove, dez,
Olho meus
pés.
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